Estrada de terra entre lavouras de soja ao amanhecer, em Sorriso, Mato Grosso
Planejador financeiro · CFP®

Giuliano
Fazzio Passini

Passo os dias entre dois mundos que têm dificuldade em se comunicar. De um lado, formalidades, jargões, termos em inglês. Do outro, safra, chuva, família. Meu trabalho é traduzir um para o outro.

Escritório na Faria Lima Família em Sorriso, MT
Escritório com vista para os prédios da avenida Faria Lima, São Paulo
São Paulo — Faria Lima

Onde o vocabulário técnico é a senha de acesso

Mais de vinte anos aqui dentro. Aprendi as estruturas, os instrumentos — e construí o acesso às pessoas. Aprendi também que a complexidade, muitas vezes, é enrolação. Às vezes é só ego.

Silos de armazenagem de grãos ao pôr do sol em Sorriso, Mato Grosso
Sorriso — Mato Grosso

Onde a simplicidade é a senha de acesso

Vim ver um cliente. Voltei com a família. Não mandei ela depois — vim junto. Essa é a diferença, e ela custa caro o suficiente pra não ser retórica.

“Cheguei aqui querendo ensinar. Descobri que o problema nunca foi falta de solução.
Foi excesso de venda e falta de relação.”

O que eu ainda tento entender

Três coisas que continuam me surpreendendo

Não são teses. São incômodos. Voltam toda semana, em conversas diferentes, com pessoas diferentes — e eu ainda não sei responder direito.

01

“Alguém que planeja safra três anos à frente — clima, mercado, insumo, câmbio — empurra a conversa de sucessão para depois. O risco climático ele aceita. O risco familiar, ele adia.”

02

“O produtor segura a colheitadeira. Segura o armazém. Alguns já fazem seguro da lavoura. Mas a pessoa sem a qual nada disso tem importância — essa, muitas vezes, não.”

03

“A explicação mais simples de holding que eu conheço cabe numa frase. A versão que os meus amigos da San Fran usam precisa de quarenta slides.”

Ver o caderno inteiro →
Giuliano Fazzio Passini, planejador financeiro CFP®
O trabalho

Não vendo produto.
Traduzo problema.

Sou planejador financeiro certificado — CFP®, pela Planejar. Isso significa uma obrigação com quem senta do outro lado da mesa: o interesse dele vem antes do meu.


A maior parte das conversas que eu tenho não começa com número. Começa com uma pergunta simples e desconfortável: se algo acontecer com você amanhã, o que a sua família precisa saber que hoje só está na sua cabeça?

Quase ninguém sabe responder. E não é por falta de inteligência — é porque o assunto foi tratado como chato, técnico e distante por tempo demais. Tem assuntos importantes demais para serem explicados de forma entediante.

Quando a conversa vira trabalho de verdade — estrutura, proteção, sucessão, planejamento financeiro global — ela acontece dentro da AZG Group, onde eu opero. Aqui neste site não tem oferta. Tem o que eu penso.

Lavoura de soja madura ao entardecer
Carta ocasional

O que eu escrevo quando não cabe num vídeo

Uma carta por mês, no máximo. Observação, não conteúdo. Sem “5 erros que”, sem urgência fabricada. Se um mês não tiver nada que preste, não mando nada.

Seu e-mail fica comigo. Não passo pra ninguém e você sai quando quiser.